Suicide Squad

Um grupo de vilões aprisionados são forçados a trabalhar juntos em troca de redução da sentença.

Começamos o filme com a introdução aos personagens de uma forma divertida, mas é uma introdução que não acontece a todos, infelizmente esta desigualdade persiste no decorrer do filme em especial no diálogo. O ritmo do filme também sofre de problemas, são utilizadas analepses algo comum e bom em histórias de origem como esta, mas nas alturas em que é utilizada ficamos sem perceber o porque dela. Ou seja, como é que saber que no passado aquilo aconteceu ajuda-nos a compreender melhor à situação actual, parece que existem só para agradar os fãs. Falando em agradar, é algo que acontece no inicio do filme com a Harley imediatamente a despachar todas as alcunhas que sabe, em comparação o “Guido” Joker pouco diz, um trato pouco característico na personagem.

Em termos de cenários e guarda roupa, tudo está muito bem feito, não consigo é deixar de dizer que Killer Croc ficou a desejar, devia e podia ter sido mais de acordo com os atributos físicos da personagem.

Por fim termino com a sonoplastia, e ai sim se destaca também de forma positiva na utilização de grandes clássicos, indo de “Norman Greenbaum – Spirit in the Sky” a “Eminem – Guess who’s back”, colocados em momentos ideais.

Acaba por ser um filme divertido de se ver ao contrário dos anteriores, que permite passar um bom bocado, seja no cinema ou em casa.

 

P.S. – Caso queiram ver mais uma (excelente) aventura do esquadrão aconselho a verem Batman: Assault on Arkham.